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Por Ai com Denny Silva

Raça, representação e a fantasia brasileira de Louis Agassiz

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Raça, representação e fantasia brasileira de Louis Agassiz
Moderado por Alejandro De La Fuente, Robert Woods Bliss Professor de História e Economia da América Latina; Professor de Estudos Africanos e Afro-Americanos e de História, Universidade de Harvard
Como podemos confrontar a história e o legado do extenso arquivo de imagens de africanos e indígenas brasileiros de Louis Agassiz feito em Manaus, Brasil em 1865 e abrigado no Museu Peabody de Harvard?

Em uma discussão virtual ao vivo em português e inglês organizada pelos Museus de Ciência e Cultura de Harvard, quatro palestrantes ilustres refletiram sobre o momento histórico em que essas fotos foram tiradas, discutiram as manifestações racistas de indígenas no Brasil e em outros lugares e, trazendo à tona o respeito para diferentes epistemologias, explorou maneiras de lidar com eles hoje.

Os painelistas foram o escritor e historiador Christoph Irmscher (colaborador do recente livro da Peabody Museum Press sobre as imagens de Agassiz, To Make Your Own Way in the World), a artista performática e fotógrafa brasileira Anita Ekman, a crítica literária Luciana Namorato e a primeira curadora de arte indígena do Brasil, Sandra Benites do Museu de Arte de São Paulo (MASP).
Sobre os palestrantes

Sandra Benites, mulher guarani Nhandeva, é a primeira curadora adjunto indígena de arte brasileira do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP). Atualmente é doutoranda em antropologia social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É mestre em antropologia social pelo mesmo instituto. Em 2018 foi curadora da exposição Dja Guata Porã | Rio de Janeiro indígena junto com José Ribamar Bessa, Pablo Lafuente e Clarissa Diniz no Museu de Arte do Rio (MAR). Posteriormente, ela participou de diversos eventos culturais e educacionais sobre o papel das mulheres indígenas e da arte indígena no Brasil.

Anita Ekman é uma artista, fotógrafa e performer brasileira contemporânea. Anita explora a representação das mulheres e seu papel na arte e na história do Mundo Atlântico por meio de performances (usando pinturas corporais) em sítios arqueológicos. No final de 2020, a American Online Magazine for the Photographic Arts – a Od Review – publicou o ensaio “On Anita Ekman’s Ochre”, escrito por Christoph Irmscher. Foi apresentada a performance colaborativa Tupi Valongo Cemitério dos Novos Negros e Índios Velhos na Conferência Ecos do Atlântico Sul do Goethe Institut no Brasil (2018–2019) e Escutando os Ecos do Atlântico Sul em Oslo, com curadoria de Selene Wendt, no início de 2020. Atualmente, Anita desenvolve o projeto “Ventres da Mata Atlântica “(2019–2021) apoiado pelo Goethe Institut Ecos Fund (com Amilcar Packer, Sandra Benites, Carlos Papa, Cristine Takuá, Marcelo Noronha e Freg J. Stokes), inicialmente apresentado no HKW – Das Haus der Kulturen der Welt em Berlim (2019) .A primeira exposição de fotografia individual de Anita Ekman foi Mulheres do Samba – 100 Anos de Samba em 2016 na Magnet Gallery em Melbourne, Austrália.

Christoph Irmscher, biógrafo e crítico de livros, é professor reitor de inglês na Indiana University Bloomington, onde dirige o Wells Scholars Program. Sua biografia, Louis Agassiz: criador da ciência americana (Houghton Mifflin), foi uma escolha dos editores da resenha de livros do New York Times. Sua página inicial pode ser encontrada em www.christophirmscher.com.

Luciana Namorato é Professora Associada de Espanhol e Português na Indiana University Bloomington, onde também dirige o Programa de Português. É autora de Diálogos borgianos (publicado no Brasil), e coeditora de Literatura Luso-Brasileira em um Contexto Global, número especial da Revista Moara (publicado pela Universidade do Pará, Brasil), e Diálogos Transatlânticos, número especial da Revista de Estudos Literários (publicada pela Universidade de Coimbra, Portugal). Ela também co-editou La palabra según Clarice Lispector: Aproximaciones críticas (publicado pela Universidad Nacional Mayor de San Marcos, no Peru). O Professor Namorato pesquisa atualmente o intercâmbio cultural entre Portugal e o Brasil na segunda metade do século XIX, com foco na obra do escritor brasileiro Machado de Assis. Ela também está em processo de co-edição de uma coleção de ensaios sobre mulheres artistas latino-americanas, intitulada The Other Fridas.

Alejandro de la Fuente é um historiador da América Latina e do Caribe que se especializou no estudo da escravidão comparada e das relações raciais. Os trabalhos do Professor de la Fuente sobre raça, escravidão, direito, arte e história do Atlântico foram publicados em espanhol, inglês, português, italiano, alemão e francês. Ele é o autor de Becoming Free, Becoming Black: Race, Freedom and Law in Cuba, Virginia e Louisiana (Cambridge University Press, 2020, em coautoria com Ariela J. Gross), Havana e o Atlântico no século XVI (Universidade de North Carolina Press, 2008), e de A Nation for All: Race, Inequality, and Politics in Twentieth-Century Cuba (University of North Carolina Press, 2001), publicado em espanhol como Una nación para todos: raza, desigualdad y política en Cuba, 1900-2000 (Madrid: Editorial Colibrí, 2001), ganhadora do prêmio de Melhor Livro da História da América Latina em 2003 da Southern Historical Association. ” Ele é coeditor, com George Reid Andrews, de Afro-Latin American Studies: An Introduction (Cambridge University Press, 2018, disponível em espanhol e português) e da Afro-Latin America Series, Cambridge University Press. O professor de la Fuente também é curador de três exposições de arte que tratam de questões raciais, e o autor ou editor de seus volumes correspondentes: Queloides: Raça e Racismo na Arte Contemporânea Cubana (Havana-Pittsburgh-New York City-Cambridge, Ma, 2010-2012); Drapetomania: Grupo Antillano e a Arte Afro-Cuba (Santiago de Cuba-Havana-New York City-Cambridge, Ma-San Francisco-Filadélfia-Chicago, 2013-16) e Diago: The Pasts of this Afro-Cuban Present (Cambridge , Ma-Miami, em andamento). O professor de la Fuente é o diretor fundador do Instituto de Pesquisas Afro-Latino-Americanas do Centro Hutchins para Pesquisas Africanas e Afro-Americanas e presidente do Programa de Estudos de Cuba, Centro David Rockefeller para Estudos Latino-Americanos. Ele também é o editor sênior da revista Cuban Studies.

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Por Ai com Denny Silva

Kaik Ribeiro, lança “O que me diz Bebê”, seu novo hit

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O jovem cantor brasileiro Kaik Ribeiro, canta desde os 8 anos de idade. Pouco depois com o  incentivo do pai, começou a tocar violão e cantar em vários locais em Inhapim – MG.
A história de Kaik, vem de um início de sofrimento. “Quando ganhei de meu pai o meu primeiro violão, algumas pessoas criticavam, falando que minha voz era muito fina. Meu pai falava que eu ainda era criança e que com o tempo ia amadurecer, e eles riam. Meu pai sempre falava ensaia, estuda que vc vai ficar bom” comenta Kaik.
Kaik imigrou junto com os familiares para Massachusetts nos Estados Unidos e como toda mudança enfrentou um pouco de dificuldade  para se acotumar com a nova vida. Lá, ele começou a  tocar em casas noturnas e eventos sempre acompanhado do pai que toca percussão.
No ano passado o cantor começou a compor, e fez as músicas ‘Amor da sua Vida’,  ‘É só você dizer que sim’, ‘Sofrendo por amor’, ‘Cartão Vermelho’ e a música que lhe deu mais notariedade ‘Estalar de dedos’.
Todas as músicas você encontra em várias plataformas digitais.

Para saber mais sobre o cantor, @kaikribeiro_oficial no Instagram

Assista o clip da musica “O que me diz Bebê”

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Por Ai com Denny Silva

Drª Renata Castro, Cardiologista e Médica do Esporte fala sobre cuidados apos sermos vacinados

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 Em uma entrevista com Drª Renata Castro que é  Cardiologista e Médica do Esporte e tem Pós-doutora em cardiologia pela Harvard Medical School.
Até  o momento, mais de 40 mihões de doses de vacinas contra a COVID-19 foram aplicadas em todo o Brasil. Apesar deste número ainda representar uma parcela pequena da população, nossa pergunta foi: “Precisamos continuar usando máscara, mesmo após sermos vacinados?”.

Dra Renata Castro:
O Ministério da Saúde Brasileiro ainda não divulgou qualquer orientação a respeito dessa dúvida. Já o Centro de Controle de Doenças dos EUA (CDC), publicou, na semana passada, um guia sobre o uso de máscaras por pessoas que já estão vacinadas. Vale lembrar que as pessoas são consideradas vacinadas duas semanas após terem recebido completado todas as doses da vacina.
Segundo o CDC americano, pessoas vacinadas não precisam usar máscara em ambientes externos, exceto em locais com aglomerações. Especificamente, o CDC deixa claro que não há a necessidade de uso de máscaras pelas pessoas vacinadas quando estiverem praticando esportes outdoor com pessoas que moram na mesma residência. E também não precisam usar máscaras quando estiverem em pequenas reuniões em ambientes externos com amigos ou familiares não vacinados.
Entretanto, as orientações de uso de máscara permanecem mesmo para indivíduos vacinados sempre que estiverem em ambientes fechados. Ressalta-se também a importância do uso de máscara ao visitar indivíduos não vacinados, principalmente aqueles com comorbidades, ou em reuniões em ambientes internos com pessoas que não moram no mesmo domicílio.
Como vocês podem ver, vai demorar para que nos livremos das máscaras de uma vez por todas.

Por enquanto, vacinados ou não, devemos continuar nos protegendo.

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Por Ai com Denny Silva

Educacoin no automobilismo

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Aconteceu no ultimo domingo, 2 de maio, a primeira corrida da 10ª temporada do GT Sprint Race, no autódromo Velocitta, localizado
na cidade de Mogi Gacu, interior de SP.
O Gt Sprint Race é uma das principais categorias do automobilismo brasileiro
Assim, uma temporada  mais do que esperada, após um ano complicado, por causa da pandemia.
 A corrida teve Gabriel Casagrande largando na frente.
O piloto da categoria (AM) com o carro nº 31, Caê Coelho, largou atrás e terminou a prova na segunda colocação na classificação geral.
Caê Coelho, que é patrocinado pela Educacoin, nos fala sobre a corrida.
“Como todo início de temporada, mas principalmente este ano foi muito difícil, por causa da pandemia, ficamos muito tempo sem treinar, em um esporte de alto rendimentocomo este, o treino faz muita diferença, além de enfrentar dificuldades nos treinos, às vezes tinhamos problemas no carro, acabamos saindo no final da fila.
Logo na primeira curva, um acidente deixou nosso carro desalinhado, o que exigiu mais de nós. Acabei fazendo algumas ultrapassagens que ajudaram a ganhar posições e terminar na segunda colocação, o que veio para coroar o início da temporada. “Diz Caê Coelho
 
Caê Coelho citou ainda a parceria e patrocínio da Crypto moeda Educacoin, disse que ficou muito feliz com a parceria e mais feliz com o propósito e ideal exposto pela criptomoeda brasileira, que tem um nicho voltado para educação, esporte e cultura. Alem de saber que a crypto moeda ja apoia outros esportes automobilisticos como Stock Car, Super Copa V6 e agora GT Sprint Race e em breve estara apoiando outas categorias

“Agradeço muito a parceria da Educacoin, e tenho certeza que será um futuro promissor dentro e fora das pistas” finaliza Caê Coelho

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Por Ai com Denny Silva

A dupla Marlon e Muriel lanca novo projeto “VIOLA NA TERÇA”

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O projeto “VIOLA NA TERÇA”, é um programa semanal em formato de
lives na plataforma digital YouTube, idealizado pela dupla sertaneja Marlon
& Muriel que tem como objetivo, cantar o melhor da música com aquele sertanejo modão, raíz, romântico e universitário .
O “VIOLA NA TERÇA” contará sempre com parceria de grandes
empresas, para levar aos seus espectadores, músicas da melhor qualidade.
A dupla Marlon e Muriel acredita que aliado a instituições consolidadas,
fortalece ainda mais a relação de confiança do cliente, demonstrando que
as empresas também estão atentas às necessidades que o ser humano
tem de envolvimento no entretenimento, sendo essencial à saúde
humana desfrutar de momentos de lazer, principalmente durante o
período em que nos encontrarmos.
Além do projeto “Viola na terça”, Marlon & Muriel acabou de lançar a música “Pernoitar” com a participação especial de Matogrosso & Mathias. Pernoitar já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais como Youtube, Spotify, Deezer, Apple music, YT music etc.

Segue o link da música pernoitar no canal Marlon & Muriel no YouTube https://youtu.be/16gZ6yB6NH0

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