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Essa moda é pra você? - Por Érica Cunha Alvarenga

Estar bem Arrumada X Conhecer os seus Estilos

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Uma grande maioria das minhas clientes são pessoas que gostam de se arrumar e se vestir, se preocupam bastante com a aparência e se cuidam muito. Muitos gostam de comprar roupas, alguns prezam pela qualidade, outros pela quantidade, e não só cuidam da parte do vestir, mas também investem em outros cuidados, como autoconhecimento/desenvolvimento, saúde física e mental, beleza, estética… existe um mundo para ser explorado, é verdade, mas no que diz respeito ao meu trabalho, que é de auto descoberta, vejo pessoas muitas vezes perdidas.

A oferta de roupas, de produtos, acessórios, sapatos, bolsas, é enorme. Vivemos de fato em um país consumista, e com a questão da tecnologia, temos acesso a informações de outras culturas, outros tipos de vivência e experiência. E o quanto isso afeta na hora de nos conhecermos de verdade? Digo todos os dias: de maneira alguma sou contra termos acesso a qualquer tipo de informação, muito pelo contrário. Embora eu tenha clientes que brincam que algumas vezes não é ruim ser protegido pela ignorância – sim, porque quando entramos no processo de autoconhecimento, muitas vezes ele não tem volta – mas por que voltar?

Faz alguns anos que abri minha mente para que eu pudesse saber mais, me conhecer, entrar em contato muitas vezes com algumas dores, trabalhar e encarar algumas verdades. Foi quando decidi que mudaria de profissão, recomeçaria, daria um passo atrás e que não iria parar de estudar e me desenvolver, mas para isso precisava primeiro olhar para mim, para quem sou, e de fato me transformar.

Sempre me considerei uma pessoa que gosta do vestir, andar bem arrumada. Para mim, nunca foi algo desafiador, muito pelo contrário: muitas vezes me vi como referência para meus amigos e meus familiares. Pude ajudá-los em eventos ou até no dia-a-dia a encontrar uma roupa adequada nas diversas ocasiões, e isso ocorreu até para noivas! Sim, já ajudei algumas a encontrar o vestido ideal; confesso que sempre fiz isso por e com Amor, mas nunca havia pensado em tornar essa habilidade uma profissão. Até que alguns anos atrás me vi infeliz com o meu trabalho, com minha antiga profissão e queria me conectar; queria me realizar profissionalmente – isso era algo que não estava completo em minha vida – mas primeiro tinha que olhar para mim, para quem eu era. Foi quando na Consultoria de Estilo encontrei essa realização, tive uma mudança no meu olhar para o se vestir bem, porque isso verdadeiramente pouco tem a ver com o fato de se conhecer.

E posso afirmar isso com o trabalho que faço hoje: são poucas clientes que de fato se conhecem, e quando falo dos Estilos (já falei deles antes em outras matérias, os 7 Estilos Universais), encontro clientes endurecidas em 1 só estilo, encontro clientes que compram roupas de vários estilos e têm no seu guarda-roupa muitas personalidades, encontro clientes que compram roupas em liquidação e que muitas vezes depois nem tiram essas peças do guarda-roupa, encontro algumas que misturam estilos de mulheres completamente diferentes, encontro algumas que usam de outros estilos para se proteger de algo, e muitos outros casos que ocorrem em meus atendimentos.

 

Mas estar bem vestida de verdade não tem a ver com seus Estilos, digo sempre que não, e com “NÃO” maiúsculo mesmo. Passei por tudo isso antes desse meu processo, me vi algumas vezes perdida na hora de escolher, quando e o que comprar; e passei por uma grande transformação de vida mesmo, quando decidi mudar: me empoderei sobre quem eu era, me livrei de quem não era, me aceitei, e virei a página, ou melhor, comecei um livro novo de como ser eu mesma e ainda estar bem vestida; em como ser eu mesma e fazer de uma paixão minha profissão; e percebi que como ser eu mesma me fez sentir completa em todos os aspectos, até de aceitar que poderia recomeçar e poder ajudar as pessoas a se descobrirem e aceitar quem elas são sem medo das opiniões dos outros, sem medo de ser livres, sem medo de conhecer melhor seu corpo, sem medo de se permitirem, sem medo de se jogar na vida. Falo que se estamos aqui hoje devemos viver a vida da maneira que bem escolhemos, podemos escolher todos os dias e a todo momento.

Todos esses aprendizados nos libertam, nos fazem ser nós mesmos. Se estamos endurecidos em um Estilo, conhecemos os outros e nos sentimos mais leves; se somos duas mulheres diferentes, descobrimos o por quê e decidimos pelos nossos desejos íntimos e de alma; se temos um guarda roupa lotado de vários estilos, aprendemos a olhar que devemos aceitar quem não somos; com tudo isso, vem uma sensação de liberdade, de leveza, e como já ouvi de várias clientes, muitas vezes de alívio, pois quando elas se permitem não só saber, mas sim se empoderar e tomar para si quem elas são e o que elas desejam, despertam de dentro o que está no fundo de cada uma delas.

Se arrume para ser quem você realmente é e com todos os seus Estilos!

Essa moda é pra você? - Por Érica Cunha Alvarenga

Meu guarda-roupa está cheio mas eu nunca tenho nada para vestir!

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Se eu ganhasse R$ 1,00 por cada vez que escuto essa frase, certamente estaria rica! Rs. Brincadeiras à parte, ouço muito isso não só de minhas clientes, mas de várias pessoas que conheço. As pessoas muitas vezes se perdem, mas por que isso ocorre?

Digo a todas as minhas clientes quando começam um processo de consultoria, que após, não precisarão comprar nenhuma peça, porque elas ainda terão roupas para mais um ano! Sim, por menor que esse guarda-roupa seja, sempre teremos peças nele e de maneira alguma teremos que nos desfazer de tudo. Mas por que na hora de sair, isso é tão difícil?

A grande maioria das pessoas não compra roupa única e exclusivamente para elas, mas muitas vezes projetando algo que elas gostam em outra pessoa. Acham tudo lindo na atriz, na blogueira, na vendedora da loja, e quase nunca conhecem e respeitam quem são. Concordo que muitas vezes precisamos olhar para comprar, isso é óbvio, mas o grande erro é que não fazemos isso em nosso corpo, e muito menos para quem nós somos; e com a velocidade das compras online e da facilidade de ter no outro dia a peça-desejo, começamos a encher nosso guarda-roupa com cada vez mais peças, mal dá tempo de usar a coleção de inverno porque muitas vezes nem frio faz, já estão logo mostrando o preview de verão, e se você ainda nem usou o que tinha (já acumulou as peças lá na prateleira), na próxima estação elas poderão nem estar mais na Moda. Aí que vem o perigo: comprar na Moda.

Consequentemente as peças se acumulam e assim entramos de estação em estação, cada vez mais nos enchendo de peças, de sapatos, de acessórios, e de tudo um pouco, mas sem identidade. Muitas vezes sem você nem saber o que combinava com o que. Esse círculo sim é um círculo vicioso, se torna frustrante, chego até a dizer absurdo num mundo com tanta desigualdade encher nosso guarda-roupa e acumular de tudo um pouco. Não adianta ficar feliz em dizer que fazemos muitas doações – não seria mais consciente pensar antes de sair logo passando o cartão de crédito?

E trazendo para a consciência que muitas pessoas não têm, e vou falar bem assim: é fora da realidade querer ter um guarda-roupa de uma profissional que trabalha com isso! Muitas vezes vejo as pessoas cada vez mais e mais frustradas, muitas vezes até deprimidas, por querer ter a vida do outro. Ficam muitas vezes numa compulsão por ter tantas coisas materiais e estar muitas vezes com a vida vazia. Aprendi com meu pai: se você aprender a gostar do que você pode ter, você sempre será feliz – querer trabalhar para melhorar sua situação de vida é uma coisa, mas encher sua vida com coisas materiais não irá deixar sua vida mais feliz.

“Quando eu tiver aquela bolsa, eu vou ser feliz”, “quando eu comprar aquele carro serei feliz” – se isso é o que move a sua vida, ela está mais distante da palavra felicidade do que você imagina.

Encha sua vida primeiro de momentos felizes, de coisas que alimentam sua alma, tenha coisas materiais que sejam quem você é, compre com consciência (a natureza agradece!) e posso dizer com conhecimento de causa: nada o fará mais feliz – e seu bolso irá te agradecer também.

Ter consciência nas suas compras através do que tem nesse guarda-roupa irá deixar sua vida mais leve, mas fácil, e ter o que vestir será a ultima das suas preocupações. Harmonizar sua vida é um trabalho que lhe trará leveza e independência: o melhor e mais valioso investimento, sem duvida, é se conhecer, conhecer seu corpo. Seus Estilos agradecem!

 

 

 

 

 

 

 

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Você já pensou que pode estar se vestindo para se adequar?

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Ouvi essa frase de uma cliente, uma vez, porque ela tinha muitas roupas em seu guarda roupa que eram para cada ocasião e ela precisava estar adequada, disse que precisava ter roupas para todas as ocasiões. Claramente ela tinha um guarda roupa diferente para trabalho e para lazer, bem como roupas muito diferentes, e de Estilos muito diferentes, muitos que nem mesmo eram os dela.

Essa não foi a primeira vez que ouvi isso, atendo algumas vezes clientes que se adequam para agradar no trabalho, agradar ao marido – sim, isso é bem comum, e me pergunto: e quando elas estão de verdade adequadas a se vestir e olhar para elas?

É bem mais comum do que pensamos e isso ocorre com a gente mesmo, se pensarmos. Você já pediu opinião de roupa, ficou indeciso, ligou pra saber como todos iam, pediu fotos de como vestir, usou o Google? Imagino que muitos dos que estão lendo essa matéria passaram por isso, mas por que de verdade isso ocorre? Por que nos sentimos inseguros na hora do vestir? Por que uma tarefa tão simples, muitas vezes parece tão complicada?

A quem temos que agradar? Muitos dizem que as pessoas se vestem para as outras e eu digo que elas só fazem isso quando não se conhecem – se adequar, agradar ao outro. Não estou indo contra regras de etiquetas que certos eventos e locais de trabalho exigem, mas sim trabalho fortemente para que a pessoa precise primeiro se adequar a ela, ao que ela gosta, ao que ela sente bem e o mais importante: a quem ela é, em primeiro lugar, com seu corpo, com seus Estilos. Ela se veste dela e sai de casa, e quando descobre isso, ela não tem mais medo de errar, ela não se preocupa em agradar e vejo muitas clientes quando se empoderam disso, ganhar sua auto confiança de volta, ganhar respeito, e ser ainda mais notadas, pois somos diferentes, e devemos imprimir sempre quem somos como nossa marca registrada, as pessoas mais originais ou que sabem quem são se destacam, tem mais confiança e não vivem presas em querer agradar.

Digo e repito: um trabalho de Consultoria bem feito traz um olhar para dentro que é mais do que a própria roupa. É você externar quem você é, sem medo, sem receio, sem uma preocupação constante com essa adequação. Existem sim os Estilos que se preocupam em se adequar, mas quando eles não ficam engessados em um só Estilo, eles conseguem colocar um pouco dos outros, sem medo, sem crenças e principalmente sem limitações.

Acredito que estamos nesse mundo para ser felizes, para experimentar, para ser livres, e isso está diretamente ligado a nos conhecer, a nos preocupar com nós mesmos, até para trabalhar, cumprir nossa missão qualquer que seja, temos que olhar para nós e muitas vezes nos colocar em primeiro lugar, afinal, a máscara de oxigênio do avião você coloca primeiro em você, só assim você consegue ajudar os outros.

Se vestir de uma pessoa que você não é para agradar o outro é um comportamento que tem a ver com a necessidade de ser gostado, de ser aprovado, isso é bem mais profundo que o simples fato de se vestir: trata de uma necessidade não atendida, de querer atenção e de querer pertencer, reconhecer isso, e conseguir refletir no quanto podemos trabalhar isso dentro de nós nos permite muitas vezes nos curar de problemas bem mais profundos do que imaginamos.

Se conheça, reconheça, e se permita mudar, ou pelo menos dar um pequeno primeiro passo, se adeque apenas a quem você é, quanto maior a autenticidade menor a necessidade de agradar a todos, isso é de verdade Libertador.

Beijo Grande

 

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Já pensou que você pode não estar vestida(o) de você?

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Quando eu pensei em escrever essa matéria me lembrei de quando era adolescente, e sobre os meus Estilos, eles estavam presentes ali comigo desde pequena, e eu nem imaginava isso antes de ter me tornado consultora, e afinal quais são eles mesmos?

Alyce Parsons, a americana que criou o conceito dos 7 Estilos Universais acreditava que as cores não falava por si só sobre cada individuo que existia algo mais, e foi então que mostrou a sua teoria para o mundo dos Estilos, falando neles Tradicional, Elegante, Esportivo, Sensual, Feminino, Criativo e Dramático.

Somos uma mistura de 2 a 3 deles, eles estão com a gente desde que nascemos, comecei a perceber isso e lembrar da minha adolescência, embora Alyce diz que o cérebro manda então  podemos ser o que quiser, acredito que sim, mas difícil mudar sua essência, não consigo nem imaginar eu usando certos tipos de roupa, claro que já usei, algumas diferentes de quem sou, por achar bonito, e tudo bem admirarmos os outros, mas sem ter a necessidade de nos vestir como eles, percebi me vestindo de forma a me adequar (isso será uma outra matéria) o quanto aquilo não me fazia feliz e o quanto eu não estava vestida de Érica como eu sempre digo, foi quando decidi fazer minha transição de carreira, e mudar para que eu pudesse ser eu mesma.

E foi através dessa mudança que hoje faço essas provocações para homens e mulheres de estar vestidas delas mesmas, e afinal o que é isso?

Cada vez mais e já escrevi em 2 matérias atrás, sobre não estarmos vestidos de nos mesmos, e por não conhecer de verdade e digo de verdade, porque conhecer seus Estilos pouco tem a ver com fazer um questionário (não trabalho desta maneira e tão pouco acredito que tenha profundidade) e ter o conhecimento, conhecer de verdade implica em entender e principalmente aplicar, experimentar e se vestir de como você realmente é, vou dar um exemplo para vocês, sabe quando você vê alguém na rua, vestido justo, curto, transparente, salto alto, batom vermelho, seja sincero logo vem na cabeça (julgamento) uma pessoa um tanto vulgar, digo que ela esta assim por estar endurecida em um só estilo, e talvez não esteja transmitindo a imagem da pessoa que ela é de verdade, da mesma forma uma mulher vestida, roupas largas demais, tênis, cabelo bagunçado, vem outro (julgamento) uma pessoa desleixada, talvez ela também esteja endurecida em um só estilo e não saiba como usar os outros.

Pensando em você, faça este exercício, se arrume, coloque uma roupa, da maneira como se fosse trabalhar ou ir a uma festa, que imagem de mulher ou homem essa roupa transmite, e depois pergunte para algumas pessoas que conheça ou não, e observe se eles tem a mesma resposta que a sua.

Se for muito diferente da sua, é um ponto a se refletir, se for igual, o caminho pode estar certo. Mas tudo o que já está bom e ainda pode-se melhorar sempre.

Muitas vezes o problema não é a falta de roupa no nosso guarda roupa e sim a falta de conhecimento de como aproveitar isso melhor, sim muitas vezes não pensamos e já saímos vestidos, nos exemplos que citei acima, ou até colocamos looks que achamos bonitos nos outros, mas que não transmite a mensagem que gostaríamos, e cada vez mais, vivendo e aprendendo, hoje consigo levar através da consultoria um novo olhar para os clientes e principalmente para as mulheres, que começam a se vestir da maneira e da imagem de quem elas realmente são, já vivenciei a historia de clientes transformadas, por começarem a olhar para elas mesmas de outra forma, e nada tem a ver com jogar todo o guarda-roupa, muito pelo contrário, algumas peças sim são de quem somos, mas ter conhecimento desse quem somos, faz parte de uma min jornada de olhar para dentro, que nos liberta e nos faz nos aceitar, com os defeitos as qualidades, mas o mais importante de quem realmente somos.

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Já pensou em se responsabilizar pela imagem que você transmite?

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Bastam 3 segundos para a pessoa olhar para você e te analisar, é rápido, não é nada falado, mas essa é a comunicação não verbal, e isso existe de fato, quando a pessoa te olha e não te conhece, muitas vezes nem damos conta disso e na correria do dia a dia, nem percebemos, e nem paramos para pensar, e se eu disser que muitas vezes deixamos de conseguir algo, ou poderíamos nos beneficiar de algo, se olhássemos mais para a nossa aparência, às vezes pode parecer que não é correto, não é justo, mas de verdade, é a verdade.

O ato de colocar uma roupa e sairmos para o nosso dia, é bem comum e isso ocorre todos os dias, mesmo na Quarentena para ficar em casa, nós nos vestimos, pode até ser do pijama do dia anterior, mas costumamos estar vestidos.

Eu sempre notei que o fato de eu estar bem vestida, bem arrumada, me trouxeram benefícios, eu sempre vi isso como algo positivo, não pensava nisso conscientemente, até de verdade entender como isso realmente funcionava, em algumas situações.

Outro dia fiz uma enquete sobre estar bem vestido se isso tem a ver com a pessoa ser bem sucedida ou não, algumas pessoas discordaram, e até entendo que isso não é uma verdade absoluta, mas como sempre gosto de compartilhar com vocês coisas que eu vivo, vou contar mais essa historia, a família do meu pai é de pessoas humildes e muito trabalhadoras, meu pai e vou falar dele, é e sempre foi um exemplo muito grande pra mim, e ele sempre me dizia que as pessoas que tinham condições financeiras, não gostavam das que não tinham e isso era mesmo uma realidade, simples assim, era a sua verdade, ele já foi muito pobre em sua infância, passou por várias humilhações e conseguiu vencer na vida, com seu trabalho, dedicação e esforço, mas isso sempre ficou em minha mente, ele me dizia que por inúmeras vezes quando ele ia a algum lugar e as pessoas o maltratavam pelo simples fato dele estar “mal-vestido”, por não ter roupas bonitas mesmo, pois na época ele não tinha nenhuma condição para se preocupar com isso, por ter passado por essas e outras mais, ele de fato mudou a sua historia.

Meu pai nunca foi ligado à moda e a se vestir de qualquer outra maneira que não fosse a Tradicional dele, sim esse é um de seus estilos, e isso pouco mudou desses anos pra cá, ele ama suas camisas jeans de manga longa, seu sapatos pretos, e suas calças caquis, e até hoje é assim, e ele dizia que quando entrava mal vestido as pessoas achavam que ele não poderia comprar algo, pois a aparência é julgada como a pessoa ter ou não condições financeiras, não vou ficar aqui falando o certo ou errado nisso, mas tenho certeza que a maioria irá concordar que sem hipocrisia essa é a verdade, por mais que doa, isso ainda não mudou em muitos lugares.

Então sabendo disso porque não cuidar dela? Hoje lembro de ouvir diversas vezes das pessoas que são mal atendidos por sua aparência, e ficam com raiva do outro, colocam a culpa no outro, que todas as pessoas devem tratar bem as outras, (sim eu acredito nisso), mas essa não é uma realidade, e porque ao invés de raiva e críticas, não olhamos o que podemos fazer com isso? Desde pequena aprendi a respeitar as pessoas, e se não fizesse isso era bem capaz de eu apanhar do meu pai de cinta, temos comercio na família, e meu pai sempre fez questão de tratar bem todas as pessoas, independente de como estão vestidas, mas nem todas as pessoas foram criadas por ele, e sorte das que tiveram essa educação de casa, mas porque esperamos do outro se podemos cuidar disso nós mesmos?

Concordo que isso não é um sacrifício para mim normalmente, e que tem muito a ver com quem eu sou, me cuidar, me preocupar com a minha aparência e não só por trabalhar com a imagem, mas por ser assim desde que me lembro, aprendi com a minha mãe quer era uma cabeleireira muito requisitada em sua juventude, e adorava se cuidar, e sobre isso, sempre digo como as escolhas que você faz, de cuidar da sua saúde, mental e física, não esta ligada ao fato de você ter condições financeiras ou não, antes que haja criticas, outra vez, culpe e olhe para você, antes de reclamar de como o outro vê você, conheço pessoas de baixa renda, que se alimentam de forma saudável, também praticam atividades físicas, outras que cuidam e investem em sua aparência, e pessoas com poder aquisitivo alto que não dão a mínima nem pra saúde e nem para aparência, e faça uma reflexão você também não conhece?

Então de alguma maneira, antes de reclamar, criticar ou ficar com raiva do outro, traga a responsabilidade de sua vida para você, de como você é hoje, das suas escolhas, do que quer para sua vida, pense em algo que você quer muito, você trabalha e consegue finalmente comprar, como você cuidaria disso? A nossa vida é exatamente a mesma coisa se estamos aqui hoje, vivos, porque não cuidar de nós da melhor forma possível? Porque não cuidar de todos nossos detalhes, e começarmos a nos responsabilizar pela imagem que passamos para os outros, para nos vestirmos de quem somos de olho nos detalhes, aprender a valorizar o que temos, e gostar disso, acredito que esse é sempre um primeiro passo, e ai sim poder nos conhecer melhor para cuidar melhor do nosso exterior também. Podemos nos vestir da maneira que quisermos isso é fato! Mas responsabilizar o outro para que corresponda as suas expectativas da maneira que você deveria ser tratado, é uma grande reflexão, e aprender a cuidar e nos conhecermos melhor, é fazer um investimento, no que você tem de mais precioso sua vida, cuide de todos os detalhes dela, inclusive da imagem que você transmite para o mundo.

Fique de bem com isso e se auto responsabilize.

Beijo Grande

Érica Cunha Alvarenga.

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